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sexta-feira, 30 de maio de 2014

O Cais de Cacilhas




























Baseado em alguns sketches e fotos, iniciei hoje uma série de aguarelas sobre papeis impressos de listas telefónicas e jornais, dedicadas ao Cais de Cacilhas, e colados sobre papel de aguarela. Pintura A5 colada em folha A4, marfim. Vamos ver o que isto dá...























"polaroid" Cacilhas































O cacilheiro que nos pode levar a Lisboa. Desenho aguarelado, pastel de óleo e lápis de côr sobre papel de lista telefónica, A5, colado em papel "inart" de 230gr côr marfim, A4.















Fragata D.Fernando II & Glória, faz agora parte do cais de Cacilhas.


































As esplanadas de Cacilhas. Desenho aguarelado, pastel de óleo e lápis de côr sobre papel de lista telefónica, A5, colado em papel "inart" de 230gr côr marfim, A4.










sexta-feira, 23 de maio de 2014

De Cacilhas ao Cais do Ginjal ...




No cais de Cacilhas encontra-se a Fragata D. Fernando e Glória, que depois de restaurada e transformada em museu está agora aberta ao público.





Daqui se pode partir para Lisboa e se pode ver Lisboa ...





Na outra Margem, avisto o cais de St ª Apolónia, onde está ancorado um navio de cruzeiros, a Cúpula de St ª Engrácia e as torres de S. Vicente, e mais a baixo as torres da Sé e o Terreiro do Paço, tudo isto coroado pelo Castelo de São Jorge.





Passo pela entrada do Restaurante Ginjal ornamentada com conchas, evocando lembranças de outros tempos, em que ir de Lisboa a Cacilhas implicava ir também ao Ginjal comer uma caldeirada ou para os mais abastados uma boa mariscada...





As paredes de velhos armazéns industriais desactivados servem agora de suporte a grande variedade de graffiti que lhes emprestam algum colorido...





Nos velhos pontões abandonados passam-se agora momentos de lazer, entre pescarias e conversas faz-se tempo para umas petiscadas ao entardecer...





Os graffiti são presença constante ao longo do passeio que forma a rua do Ginjal.





Alguns trazem palavras de esperança...





Outros parecem querer contar-nos alguma fábula fantástica que desafia a nossa imaginação...





Abrigado na esplanada do "Ponto Final" e a ver passar o paquete que entretanto largou do cais de Stª Apolónia, terminei este sketch com uma vista sobre Lisboa.



terça-feira, 20 de maio de 2014


55º Encontro no Convento do Carmo



Explicação no início da visita guiada ao museu.






Após a visita guiada cada elegeu um lugar para desenhar.





Como a manhã já ia adiantada escolhi um lugar à sombra.






Os temas eram muitos e variados e o mais difícil foi escolher.






O ambienta convida ao recolhimento e á calma, e os desenhos começam a fluir.






As naves da antiga igreja, embora em ruínas, continuam majestosas.






Cada recanto merece toda a nossa atenção.







E os registos começam a encher os cadernos.






Visto assim até parece que não custa nada.






Esta pequena bilha chamou a minha atenção, pois ainda há poucos anos a via fabricar nas olarias do Alentejo.






Este fantástico conjunto de esculturas em madeira, do João castro Silva, dominava as atenções na nave central.






E claro, eu tentei registá-las também.






E o resultado foi este...






Muitos e bons trabalhos saíram deste encontro.






E no final a partilha habitual de todos os trabalhos.






Fiquei com vontade de lá voltar.






O trabalho de hoje...




este é o meu trabalho de hoje... mas...






mas não está a fluir...






precisa ser mais assim... só que até ficar pronto tem que levar muita volta, mas hoje já não é...





domingo, 11 de maio de 2014



Perdi um caderno ...













Hoje, 11mai2014, no Mosteiro dos Jerónimos, perdi o caderno onde fiz este desenho, mas felizmente como tenho o hábito de escrever o meu contacto em todos os meus cadernos, ao chegar a  casa  recebi um chamada a informar que o mesmo está á guarda da Paróquia de St ª Maria de Belém á minha espera. Vou la já amanhã busca-lo 

domingo, 4 de maio de 2014



Sketching em Torres Vedras - 3 mai. 2014


Uma pausa para o café da manhã em boa companhia.





O primeiro sketch, logo à chegada, ainda antes de encontrar os companheiros do dia. Igreja do cemitério, no largo em frente à CMTV. Não consegui saber o nome da igreja...





Transmite-se a estratégia a adoptar para a parte da manhã à junto ao portal manuelino da igreja de S. Pedro.





Depois de deambular pelo local e com distracções constantes, derivado à feira instalada na praça, o resultado foi este, fruto de muito trabalho e canseira. Os nomes escritos em fitinhas, para não os esquecer, são os das pessoas que encontrei e com quem mantive breves diálogos de troca de informações e ideias, o que acaba por ser o melhor da festa...





De pequenino... se começa a ganhar o gosto pelos desenhos que se começa a entranhar.





Objectos inesperados surgem nas bancas da feira, que nos captam a atenção...





... e a nossa atenção prende-se nos pormenores, na tentativa de os fixar no papel...





Este foi o desenho da tarde, iniciado no cruzamento das ruas antigas do centro histórico.





A tarde estava quente, mas ninguém arredou pé até terminar a tarefa de registar as ruas de Torres Vedras.





No regresso a casa ainda houve tempo para registar o insólito de um velho moinho na companhia de uma uma moderna torre eólica, produtora de energia limpa. O passado e o presente convivem em paz transmitindo-nos uma sensação de tranquilidade. 





A imagem do gerador eólico a fazer companhia ao velho moinho, habita agora um dos meus marcadores, assim como outras velhas e novas paisagens que me vão passando á frente dos olhos.